Visita

Eu gostaria de ficar para sempre ali, parado naqueles degraus gastos, sentindo as sombras se adensarem nojardim que ficava logo após aqueles degraus onde eu pisava agora, estendidos até o portãozinho enferrujado que há pouco eu abrira, ouvindo os rumores da rua coados pela espessa folhagem, olhando seu rosto envelhecido e doce, com os cabelos presos na nuca e um velho camafeu sobre a gola de renda, tudo um pouco antigo, como se ela gostasse de tocar piano quando entardecia, bebericando qualquer coisa leve como um chá de jasmins, enquanto as sombras na escada ficavam mais e mais densas, até que os ruídos das crianças fossem amortecendo nas calçadas e de repente ela percebesse ter ficado completamente no escuro, apesar das luzes da rua refletidas com um brilho frio nos cristais empoeirados do armário, e então.
Então ela me olhava com seus olhos gentis acostumados à sombra e talvez não distinguisse bem meus contornos contra a rua ainda batida de sol, mas não fiz um movimento antes de perceber que seus lábios abriam-se amáveis, como num sorriso, um sorriso antigo, desses dirigidos a um fotógrafo de aniversário, e para não perturbá-la disse apenas que queria ver o quarto dele, e achei difícil dizer qualquer coisa, e não consigo lembrar se realmente disse ou apenas meti a mão no bolso para mostrar um amassado recorte de jornal, sem dizer nada, e então o seu sorriso se alargasse mais, compreendendo, mas ainda assim discreto, e ela afastasse lentamente o corpo como dizendo que estava às ordens e depois me conduzisse pelo corredor silencioso e atapetado e eu visse os retratos dos velhos parentes mortos dispostos pela parede e juntando ao acaso os olhos claros de um, o vinco no canto da boca de outro, a mecha rebelde no cabelo de um terceiro, o ar solitário de um quarto
— e antes que ela se detivesse aos pés da escada, os dedos da mão esquerda postos sobre o corrimão branco, um pouco espantada com a minha demora —, mas antes disso eu já tivesse tido tempo suficiente para recompor o rosto dele, traço por traço de seus velhos parentes mortos, e como uma garra áspera me apertasse então a memória e para não sufocar eu olhasse rapidamente a salinha com móveis de madeira e palha e visse a um canto o piano entreaberto com a xícara de chá de jasmins e um fino fio de fumaça ainda subindo e depois.

E depois sorrisse para ela, também amavelmente, e subisse devagar a escada, acompanhando o ritmo de seus passos, e visse seus sapatos de saltos grossos, e desviasse o olhar para minha própria mão, tão branca quanto o corrimão da escada, e voltasse a mesma garra áspera na minha garganta e pensasse, então, pensei nos dedos dele, todos os dias, fazia tanto tempo, desbravando o mesmo caminho pelo corrimão empoeirado, sentindo o vago cheiro de mofo se desprender de todos os cantos e novamente parasse, opresso, e novamente ela me acudisse, à porta do quarto, dizendo em voz baixa, tão baixa que tento lembrar se ela realmente chegou a dizer alguma coisa como: era aqui que ele morava: e abrisse a porta com seus gestos lentos e acendesse a luz e então.

Então julguei ver nos olhos dela um brilho fugitivo de lágrima muitas vezes contida, e antes de entrar pensei ainda, quase ferozmente, que bastava voltar as costas e descer correndo as mesmas escadas, sem tocar no corrimão, passar pela porta entreaberta da sala sem olhar para o piano, atravessar o corredor sem erguer os olhos para a galeria de retratos e alcançar a porta carcomida e novamente o jardim e novamente abrir o portãozinho enferrujado e sair para a rua quente de sol e de vida, mas.

Mas sem fazer nenhuma dessas coisas, desviar-me de seu corpo frágil e penetrar no quarto e saber, então, que já não poderei dar meia-volta para ir embora e.E dentro do quarto, olhar para os livros desarrumados nas prateleiras, a cama com os lençóis ainda fora do lugar, como se há pouco alguém tivesse se erguido dali, e uma reprodução qualquer na parede, talvez uma figura disforme de Bosch que mais tarde eu olharia com atenção, tocando talvez, talvez tocasse no papel amarelado e sorrisse pensando em todos os monstros que ele carregava consigo sem jamais mostrá-los a ela, que dizia não ter tocado em nada, toda de preto, apenas aquele camafeu de marfim no pescoço, e eu pensasse em prendê-la um momento mais até que ela tocasse com os dedos da cor do camafeu nos veios duros da porta e não dissesse nada, como se tudo em volta se obscurecesse e de repente apenas aquele movimento dos dedos sobre os veios duros da madeira da porta tivesse vida, embora fosse morte, e também essa coisa que chamamos saudade e que é preciso alimentar com pequenos rituais para que a memória não se desfaça como uma velha tapeçaria exposta ao vento.

Ela já não sorri. Apenas diz que é melhor que eu fique sozinho, e fecha a porta, e se vai, depois, deixando-me enredado num movimento que preciso escolher, porque não é possível permanecer para sempre estático no meio do quarto, atento apenas ao rápido e confuso desenrolar da memória.

Mas nada faço.

Permaneço em pé no meio do quarto e a porta se fecha sobre mim. E vejo os telhados onde jogávamos migalhas de pão para os passarinhos, escondidos para não assustá-los, até que eles viessem, mas não vinham nunca, era difícil seduzir os que têm asas, já sabíamos, mas ainda assim continuávamos jogando migalhas que a chuva dissolvia, intocadas.

Não era difícil vê-lo ali, e ouvir seus passos longos subindo de dois em dois os degraus para abrir a porta e ficar me olhando sem dizer nada, até que nos abraçássemos e eu sentisse, como antigamente, a mecha rebelde de seu cabelo roçar-me a face como uma garra áspera e então soubesse nada ver, nada ouvir, e movimentasse meu corpo parado no meio do quarto para a cama sob a janela e mergulhando a cabeça nos lençóis desarrumados procurasse uma espécie de calor, imune ao tempo, às traças e à poeira, e procurasse o cheiro dele pelos cantos do quarto, e o chamasse com dor pelo nome, o nome que teve, antigamente, e nada encontrasse, porque tudo se perde e os ventos sopram levando as folhas de papel para longe, para além das janelas entreabertas sobre o telhado onde não restam mais migalhas para os pássaros que não vieram nunca.
Mas não choro, mesmo que de repente me perceba no chão, buscando uma marca de sapato, um fio de linha ou de cabelo, os cabelos dele caíam sempre, ele os jogava sobre os telhados pelas tardes, repetindo nunca mais, nunca mais, e acreditávamos que um dia seríamos grandes, embora aos poucos fossem nos bastando miádas alegrias cotidianas que não repartíamos, medrosos que um ridicularizasse a modéstia do outro, pois queríamos ser épicos heróicos românticos descabelados suicidas, porque era duro lá fora fingir que éramos pessoas como as outras, mas nos cantos daquele quarto tínhamos força sangue esperma, talvez febre, feito tivéssemos malária e delirássemos juntos navegando na mesma alucinação que a matéria fria da guarda da cama não traz de volta, porque tudo passou e é inútil continuar aqui, procurando o que não vou achar, entre livros que não me atrevo a abrir para não encontrar seu nome, o nome que teve, e certificar-me de que a vida é exatamente esta, a minha, e que não a troquei por nenhuma outra, de sonho, de invento, de fantasia, embora ainda o escute a dizer que compreende que alguns outros devem ter sentido a mesma dor, e a suportaram, mas que esta dor é a dele, e não a suportaria, e saber que tudo isso se perdeu como o calor do chá de jasmins esquecido sobre o piano, e então.
E então tornar-me duro e pensar que tudo não passou de uma vertigem, e recusar o testemunho dolorido da memória e a mesma luz roxa de entardecer atravessando os verdes e os vidros para projetar sombras disformes na parede branca, e sacudir os ombros como se fosse real toda a poeira que existe sobre eles, e quase poder ver os pequenos átomos brilhantes dançando um pouco no ar antes de se depositarem sobre o tapete, os livros, a cama desfeita, e depois.Depois apagar a luz e descer outra vez pelos degraus, mas não olhar para os dedos quase confundidos com o branco da escada, e passar pela sala e falar com ela sem que me veja e atravessar o corredor e vê-la junto ao piano e atravessar a porta e sair para os degraus e ultrapassar o jardim como se pudesse esquecer tudo que não vi, mas um momento antes de abrir o portão olhar para trás e fosse, então, como se a visse tão diluída que não soubesse se está realmente ali e perguntasse a ela qualquer coisa, em voz tão alta que as pessoas na rua parassem para olhar e eu tivesse certeza de que ela me escuta, que não está sentada junto ao piano, com o chá esfriando na sala escura e roxa, tão alto que a obrigue a voltar-se e encarar-me e dizer duramente que sim, que não, que tudo isso não é verdade, que todos nós, eu, ela, ele, todos os degraus e todas as sombras e todos os retratos fazemos parte de um sonho sonhado por qualquer outra pessoa que não ela, que não ele, que não eu.

Caio Fernando Abreu

Sobre mim (ou sobre nada)

Escrevi isso antes mesmo de chegar 2009 e, agora, fiz algumas poucas modificações para adaptar algumas pequenas coisas que mudaram na minha vida. Eu duvido que alguém vá ler tudo, mas acho que valhe a pena postar em algum lugar :}

arvore-feliz

Sou Marina e tenho, agora, dezesseis. Sou carnívora, porém não gosto de carne. Tomo café, mas consigo viver sem ele. Meu vício é, na verdade, capuccino e chocolate. Sou de capricórnio, embora alguns sites digam que sou de aquário. Sou preconceituosa com erros de gramática excessivos. Cometo muitos erros. Tenho verdadeira simpatia por casais gays. Escrevi, recentemente, o meu quarto livro e o excluí após a conclusão, como fiz com os seus anteriores. Tentei aprender italiano on-line, mas começo o curso de francês esse ano. Não sou praieira, não sou guerreira e quero continuar solteira. Meu filme favorito é V de Vingança, embora eu tenha assistido ao Les Chansons D’Amour mais de 30 vezes. Gosto de adicionar sal, limão ou creme de leite a um monte de coisa: até em machucado. Moro numa cidade com 77mil habitantes que tem um nome muito esquisito. Sou esquisita. Uso uma calça xadrez roxa da Short Fuse de Porto Alegre que o Rio de Janeiro inteiro conhece. Não uso vestidos desde a última vez que cantei na igreja. Canto mal, mas sou vocalista de uma banda; uma banda que nunca ensaiou pra valer. Ando com caras vagabundos que não são uma má influência. Sou vagabunda e sou má influência. Gosto de jornalismo, mas curso o técnico em turismo. Formo-me no ensino médio aos dezesseis; não sou muito inteligente, mas a escola é fácil. Minha cantora favorita é considerada estranha e/ou louca e é exatamente por isso que eu gosto dela; ela é Regina Spektor e ama Paris na chuva. Minha banda favorita, por sua vez, é o Death Cab For Cutie, embora caras como Jeff Buckley, Humberto Gessinger, Chico Buarque e Conor Oberst cantem exatamente tudo o que eu quero ouvir. Eu me apaixonei, uma vez. O nome dele era Severus Snape, mas uma autora malvada o matou, assim como matou meus queridos puppies, deixando apenas as entrelinhas. Meu personagem favorito é Remus Lupin. Penso em fazer biologia e oceanografia. Sou louca pelo oceano. Odeio muita coisa. Eu odeio McFly. Eu odeio Twilight. Eu os considero modinhas medíocres e tenho inúmeros argumentos aceitáveis para não gostar de ambos e posso citá-los para você, caso você não tenha cérebro para entendê-los você mesmo. Eu ouço músicas antigas, como Beatles e Johnny Cash. A única saga que eu realmente gosto é a da Família Corleone, em O Poderoso Chefão. Eu gosto do Michael e do calor da máfia italiana. Meus livros favoritos falam basicamente, como eu venho notando, sobre guerra, sobre história e sobre almas doloridas-coloridas. Não gosto de sentimentalismo excessivo e barato. Não gosto que me chamem de “amiga”. Não gosto que me chamem de “bebê”. Não gosto que me deixem scraps coloridos e cartões “fofos”. Não gosto que me chamem de “gata”. Não gosto de homossexuais escandalosos, mas sou apaixonada por homossexuais sensatos e que, ainda assim, tem sentimentos. Não gosto de barulho de manhã & não posso dormir durante à tarde, acordo enjoada. Eu sempre tenho enjôo e, quase sempre, fico tonta. Quero usar um vestido verde-abacate na minha formatura. Meu quarto tem paredes laranjas e verde-limão. Quase tudo no meu banheiro é laranja e verde-limão. Mesmo assim, minha cor favorita é vermelho. Eu ouço música em função da Last.fm. Eu ouço música pra poder viver. Meu perfume é o Floratta in Gold, do Boticário. Eu o economizei durante uma época. Eu detesto cores nos perfis, nicks estranhos e comunidades com enormes descrições coloridas e em negrito, mas não tenho nada contra aos seus adeptos. Meu número favorito é 3. O número que eu detesto é 4. Não gosto de natal. Não gosto de carnaval. Acho meu pai um imbecil. Detesto gente imbecil. Me tornei mais social após conhecer um bando de guris imbecis e me tornar tão imbecil quanto eles. Participo dos fóruns da “Eu ODEIO Edward Cullen”, “Eu ODEIO Twilight” e “Eu acho uma merda”. Porque, basicamente, eu acho uma merda. Faço parte da equipe do Twilight Haters Blog. Passei a gostar de MSN após conhecer o chat Hater. Sou arrogante. Sou simpática. Depende do ponto de vista, depende do quão sem senso de humor a pessoa que está lendo isso seja. Gosto de inteligência, sarcasmo e gargantas doloridas. Conheço Porto Alegre e a amo, porém, às vezes, sinto uma paixãozinha danada pelo Rio de Janeiro e a imagem boêmia que ele teve num passado longínquo. Eu gosto de observar o mar, enquanto bebo água de coco. Bebo muita coca-cola. Quero conhecer Paris e Londres. Quero um Louis Garrel. Gosto de cinema francês. Acompanho Bleach. Gosto de Monk e House. Gosto de Lost e The O.C., mas Gossip Girl me enoja. Eu como um bombom Serenata de Amor todas as manhãs no CTUR. Eu estudo no CTUR. Eu ODEIO o CTUR. Eu escrevo. Escrevo besteira. Escrevo muito. Escrevo música. Escrevo poema. Escrevo sobre mim. Escrevo sobre eles. Escrevo sobre ela. Escrevo sobre a gente. Eu escrevo. Tenho uma música que se chama “Ruas Desertas”; ela é tudo o que eu mais detesto: sentimentalista. Eu amo meninas que eu nunca vi pessoalmente (uma já). Eu me importo com as pessoas. Eu tenho preguiça das pessoas. Eu ODEIO ter que me expressar demais para provar a alguém que eu a amo. O fato de eu não ser explícita não quer dizer que eu não sinta. Eu não gosto de gente carente, elas costumam fazer cu doce. Não gosto que me amem um minuto após me conhecerem. Para mim, amor se dá através de afeto que, por sua vez, se constrói com o cotidiano e com as pequenas coisas em comum. Eu não posso comer bacon. Eu amo bacon. Eu tinha uma colega que não sabia ler “bacon”. Eu não como pavê, não como bolo com glacê e não como dois pedaços consecutivos de nenhum tipo de doce. Eu gosto de quindim e a maioria das coisas que levem ovo como ingrediente principal. Camarão e arroz não se misturam. Eu pretendo praticar rapel novamente. Eu não tenho uma boa coordenação motora e não me dou bem com bolas (mesmo que isso crie piadas internas). Eu não enxergo de longe. Eu sou estrábica. Eu fiz uma cirurgia no olho direito em dezembro e, nos dias frios, ele tem doído. Eu tenho um novo tumor no mesmo olho, mas pretendo me recusar a me submeter a uma nova cirurgia. Já fui fã de Avril e Evanescence. Hoje em dia, tenho cérebro. Ironicamente, a música que eu mais ouço segundo o Last.Fm é Never Think, do Robert Pattinson. A música mais bonita que eu conheço, por sua vez, é Lover, You Should’ve Come Over, do Jeff Buckley. Jeff Buckley foi uma gota cristalina num oceano de ruídos, segundo Bono Vox. Tenho um blog, pela blogspot, que eu não uso, e ele também se chama oceano-de-ruidos. Fiz aulas de teclado, mas parei ao entrar para o CTUR. Sempre quis piano clássico. Desaprendi cada nota aprendida em dois anos e meio. Ainda toco músicas da Cat Power porque são idiotamente fáceis. Sei as introduções de Ode to Divorce, Us, Love Song e Grace Kelly. Gosto do meu cabelo liso. Não gosto de fazer esforço. Não tenho futuro. Uso drogas alternativas. Queria ser uma modelo magérrima, assim como Kate Moss, Gemma Ward ou Lily Cole. Gosto de artistas auto-destrutivos ou arrogantes. Não gosto de Amy Winehouse. Minha atriz favorita é Rachel Weisz, desde os oito anos de idade. Gosto do sorriso dela. Gosto de sorrisos, em geral. Queria ser atriz. Queria saber desenhar. Deito na grama do colégio, a fim de fugir dos olhares na hora do intervalo. Acham que eu tenho um caso com os meus dois melhores amigos. Gosto de cidade grande. Moro na roça. Mudo meu profile no orkut frequentemente. Gosto de liderar grupos. Gosto de incitar a revolta e revolução. Gosto de competência e ética em um profissional. Tenho manias com números. Gosto que sites sigam o meu “padrão de beleza”. Falo mal de muita gente o tempo inteiro. Reclamo o tempo inteiro. Sou rabugenta o tempo inteiro. Sou otimista para os outros, pessimista para comigo mesma. Sou feliz, porque detesto gente triste. Não tenho um coração partido. Não tenho um amor platônico. Levo vida fácil. Gosto e vou continuar assim. Tenho pernas brancas. Não sinto frio nelas. Não costumo me importar muito com algumas pessoas. Sou intolerante com amigos que armam escândalos por nada. Não me importo se você leu tudo isso e não gostou ou aprovou. Não gosto que se metam na minha vida. Não me importo se ofendi algum conceito seu. Esse foi o mais longo texto e o mais sincero que escrevi sobre mim mesma. Tenho o meu lado egocêntrico. Sou temperamental, irônica, sarcástica e me faço de durona. Tenho insônia, são 3h30min da madrugada, estou usando caneta esferográfica preta no meu caderno de italiano, sentada no chão do meu banheiro, me apoiando no vaso sanitário. Você ler tudo isso não acrescenta em nada na sua ou na minha vida. Junte-se a mim e sinta-se frustrado.

Hater de Responsabilidade!

twilixo1 

Ah, como é satisfatório o primeiro post, sua primeira atualização, sua primeira idéia que é sua. Como sempre, eu estive com insônia noite passada. Fiquei refletindo sobre o blog que é o meu maior objetivo relacionado a sucesso nesses últimos dias. Pensei sobre como nós temos muito assuntos a serem ditos e pouca busca e exploração. E, bom, pensei justamente em Paramore e sobre como eles estão ligados a Twilight ultimamente.

Por isso, aqui eu deixo o link da minha participação no melhor blog hater dessa joça: http://twilighthatersbrasil.wordpress.com/2009/01/27/ser-uma-fangirl-segundo-hayley-williams/

 

Decidi fazer disso uma espécie de diário para ser lembrado no fim desse ano, como uma retrospectiva, independente de comentários ou leitores. É uma coisa para mim, mais particular. Logo, eu posso abandonar o Fotolog e postar quantas vezes eu quiser por dia (:

My name is Lucille and I know how you feel.

marin-a, marin-a, marin-a-ah.26 de Janeiro de 2009, meu nome não é lucille e eu não sei como você se sente, mas eu estou aqui para me apresentar devidamente, mas pouco me fodo. e, bom, tudo o que você precisa saber sobre mim é que estou aqui única e exclusivamente a trabalho. sou uma twilight hater convicta e acredito que, yes, we can! estou a serviço do melhor blog brasileiro atual, o www.twilighthatersbrasil.wordpress.com, nascido do melhor chat do msn group, dos melhores haters, das melhores pessoas. e, para não vir aqui só para dizer nada vezes nada, eu pretendo postar uma coisa interessante uma vez ou outra (relacionada ou não a twilight) ou talvez uma de minhas histórias, fanfics, poemas ou músicas. quero me compartilhar com os visitantes. não sei como, mas quero. eu sei que, normalmente, ninguém vai se dar ao trabalho/ao luxo de vir, ler e comentar, mas não é bem isso o que me preocupa. meu objetivo maior é esperar que haters e lovers apareçam por aqui e através de mim façam contato, mantenham-o e passem para o lado iluminado da força.

fora a parte trabalhística do blog, eu sou uma pessoa muito simpática com quem eu quero e com quem eu não quero. e ouço muita música, vejo muitos filmes e estou sempre online. logo, estarei enchendo isso daqui de besteiras, frases e letras, sendo que o meu objetivo maior ao criar o blog não é nenhum desses e, sim, estar relacionada ao melhor (outro) blog desse país, como eu já disse, o twilight haters br (:

“o que é BR?”

beijos, beeshas.

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